Eu não quero, Pai. Vai doer, EU NÃO QUERO! Não quero perder minha morada eterna! Não quero perder o direito de me refugir sobre as Tuas asas! Não quero sofrer para sempre, por infelicidade das minhas escolhas... Eu não posso! Eu não quero!
ME DESVIA!
É tão difícil como penso? É tão doloroso como parece? Não tem como ser diferente? Precisa mesmo arrancar essa pele, me deixando em carne viva? Sei que a Tua presença deve bastar como consolo (isso ainda não me entra). E desta carne viva, o que ficará? O que recuperarei? Será minha ingenuidade? Minha pureza? A vontade do Espírito a quem poucas vezes fui fiel?
Que me restará, eu preciso saber!
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